Conjunto Epistolográfico Manuscrito pelo Escritor Jorge de Sena (Anos 50)
Missiva Manuscrita pela Escritora Mécia de Sena (1957)
Manuscrito em pequena folha (Dim: 12,8cm x 20,8cm) de um caderno de linhas, datado de "Porto - 1/10/1957" e dirigido a Mário Dias, chefe da oficina tipográfica da editora Livros do Brasil.
Dá indicações de quando lhe poderiam ser entregues umas provas na sua casa dado que se encontrava ausente de Lisboa.
Maria Mécia de Freitas Lopes Sena (Mécia de Sena / 1920-2020) foi uma escritora e editora portuguesa. Era filha do compositor Armando Leça e irmã do Prof. Óscar Lopes. Casou com o escritor Jorge de Sena com quem colaborou na arte da escrita e após a sua morte dedicou o seu esforço a organizar e a editar o seu vastíssimo espólio literário.
Bem conservado. 40€
Para encomendar: Use, por favor, o endereço de email: livrosenarrativas@gmail.com , ou, o contacto telefónico: 91 667 34 09. Obrigado!
Manuscrito: Entrevista a Erico Veríssimo por Jorge de Sena (1961)


Colóquio - Revista de Artes e Letras (Nº 1 - 1959)
Revista de Artes e Letras (Nº 1 - Janeiro de 1959)
Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1959. In-fólio, de 64 (2) páginas. Ilustrado. Dim: 30,5cm x 23cm. Brochado.
Direcção:
Artística: Reynaldo dos Santos; Literária: Hernâni Cidade; Gráfica: Bernardo Marques
Editor: Leonardo Mathias
Fotografias de Mário Novais, Bulloz e Giacomelli e desenhos de Júlio e António Duarte
Trata-se do primeiro número da primeira série (1959 - 1970) da Colóquio - Revista de Artes e Letras, publicação de inestimável valor cultural no panorama editorial nacional do século XX, onde colaboraram grandes vultos nacionais e estrangeiros.
"Pode dizer-se que a Colóquio se dedicou, tanto no âmbito nacional como no internacional, do ponto de vista histórico e numa perspectiva actual, à inventariação, descrição, análise, investigação e divulgação de matérias respeitantes, no campo das artes, à arquitectura, à pintura, à escultura, às artes decorativas, à música, ao teatro, ao bailado, ao cinema, e, no das letras, à literatura, à história, à filosofia e às respectivas teorizações." - Fundação Calouste Gulbenkian
Do índice:
PRIMEIRO COLÓQUIO
DONA LEONOR E A ARTE por REYNALDO DOS SANTOS
DAMIÃO DE GOIS E D. JERÓNIMO OSÓRIO por HERNANI CIDADE
PENUMBRA por JOSÉ RÉGIO
LE SIECLE DU ROCOCO À MUNICH par GERMAIN BAZIN
L'ART JAPONAIS À PARIS par BERNARD DORIVAL
50 ANOS DE ARTE MODERNA por JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA
COL. ALFREDO GUIMARÃES BERTA MENDIA por IRENE QUILHO
EXPOSIC0FS por JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA
CARTA DO BRASIL por ANTÓNIO SOARES AMORA
CARTA DE ESPANHA por CARLOS EDUARDO DE SOVERAL
LETTRE DE FRANCE par ARMAND GUIBERT
CARTA DA CHECOSLOVÁQUIA por ZDENEK HAMPEJS
O II FESTIVAL GULBENKIAN DE MÚSICA por JOÃO DE FREITAS BRANCO
A EXPOSIÇAO DA RAINHA D. LEONOR por FERNANDO PAMPLONA
ALGUNS POETAS DE 1958 por JORGE DE SENA
A CULTURA PORTUGUESA NO ESTRANGEIRO por HERNÂNI CIDADE
QUATRO DIRECÇÕES DA NOVELÍSTICA CONTEMPORÂNEA por JOÃO GASPAR SIMÕES
BIBLIOGRAFIA
1º COLÓQUIO INTERNACIONAL DE ARTE
ANCOLA E O FUTURO por H. C.
Bom exemplar. 20€
Nota: a Livros e Narrativas dispõe de algumas dezenas de números desta revista. Caso procure algum número em específico, não deixe de nos consultar. Obrigado.
Para encomendar: Use, por favor, o endereço de email: livrosenarrativas@gmail.com , ou, o contacto telefónico: 91 667 34 09. Obrigado!
Colóquio - Revista de Artes e Letras (Nº 3 - 1959)
Revista de Artes e Letras (Nº 3 - Maio de 1959)
Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 1959. In-fólio, de 67 (1) páginas. Ilustrado. Dim: 30,5cm x 23cm. Brochado.
Direcção:
Artística: Reynaldo dos Santos; Literária: Hernâni Cidade; Gráfica: Bernardo Marques
Editor: Leonardo Mathias
Fotografias de Mário Novais, Foto-Mas e Gomez Garcia.
Desenhos de Mário Eloy, Valadas Coriel e L. Filipe de Abreu
Trata-se do terceiro número da primeira série (1959 - 1970) da Colóquio - Revista de Artes e Letras, publicação de inestimável valor cultural no panorama editorial nacional do século XX, onde colaboraram grandes vultos nacionais e estrangeiros.
"Pode dizer-se que a Colóquio se dedicou, tanto no âmbito nacional como no internacional, do ponto de vista histórico e numa perspectiva actual, à inventariação, descrição, análise, investigação e divulgação de matérias respeitantes, no campo das artes, à arquitectura, à pintura, à escultura, às artes decorativas, à música, ao teatro, ao bailado, ao cinema, e, no das letras, à literatura, à história, à filosofia e às respectivas teorizações." - Fundação Calouste Gulbenkian
Do índice:
OS MOSAICOS DE RAVENA por REYNALDO DOS SANTOS
O TEATR0 EXPERIMENTAL DO PORTO por JORGE DE SENA
LA OBRA DEL PINTOR PEDRO NUNYES por JOSÉ GUDIOL
A GRAVURA CONTEMPORÂNEA EM PORTUGAL por SELLÉS PAES
MODIGLIANI/1959 por JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA
EXPOSIÇÕES CARLOS V por JOSÉ CAMÓN AZNAR
GRAVURACONTEMPORÂNEA NA ITÁLIA por ARMANDO VIEIRA SANTOS
VINTE ANOS DE PINTURA ESPANHOLA por JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA
A CAÇADA por MIGUEL TORGA
CARTA DO BRASIL por ANTÓNIO SOARES AMORA
CARTA DE PARIS por ARMAND GUIBERT
3.° FESTIVAL GULBENKIAN DE MÚSICA
CRÓNICA MUSICAL por JOÃO DE FREITAS BRANCO
O TEMPO NÃO EXISTE por NATÉRCIA FREIRE
A TRAGÉDIA DOS DIÓNISOS por AMÉRICO CORTÊS PINTO
BIBLIOGRAFIA por R. S. / MARIA DE LOURDES BELCHIOR / JOSÉ MARINHO / ANTÓNIO SALGADO JÚNIOR / NAIEF SAFADY / H. G.
INFORMAÇÕES E COMENTÁRIOS por HERNÂNI CIDADE
NOTICIÁRIO
Bom exemplar. 10€
Nota: a Livros e Narrativas dispõe de algumas dezenas de números desta revista. Caso procure algum número em específico, não deixe de nos consultar. Obrigado.
Para encomendar: Use, por favor, o endereço de email: livrosenarrativas@gmail.com , ou, o contacto telefónico: 91 667 34 09. Obrigado!
Sena, Jorge de - 40 Anos de Servidão
Colecção Círculo de Poesia. Moraes Editores. Lisboa, 1982. 2ª Edição revista. In-8.º, de 234 (22) páginas. Brochado.
Prefácio de Mécia de Sena
"Nevoeiro
O nevoeiro / rodeou teu vulto negro / e eu vi bem / que não te debateste nos seus braços / e que lentamente ele te bebeu. // Eu compreendo / a tortura que sofre o nevoeiro, / a tortura que a água sofre e geme. / Sim, nós não podemos beber / a essência, o móbil de nós mesmos; // a água não se pode beber a si mesma / portanto morre de sede. //
E chora e geme e procura-se / e vem em nevoeiro / e sobe / e desce / e envolve os vultos negros / e bebe-os... / dissolve-os... //
Por que deixaste o nevoeiro rodear-te?... / Para quê dar de beber ao nevoeiro?"
Exemplar valorizado pela assinatura de posse de João Mattos e Silva.
Bom exemplar. 25€
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