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Manuscrito: Alfredo Guerra de Abreu + Fotografia (Liceu de Aveiro 1965)

 


Carta Manuscrita de Alfredo Guerra de Abreu + Fotografia de Representação Teatral pelos alunos finalistas do Liceu Nacional de Aveiro no ano de 1965
Carta manuscrita em duas páginas, datada de 25 de Setembro de 1967, assinada pelo artista aveirense A. (Alfredo) Guerra de Abreu e endereçada a Norberto D´Ávila. A acompanhar a missiva vai uma fotografia da representação em palco da peça "O Servidor da Humanidade" pelos finalistas do Liceu Nacional de Aveiro no ano de 1965.

"Exm.º Sr. Norberto de Ávila

Só hoje gostosamente envio uma fotografia de uma cena da peça "O Servidor da Humanidade" representada pelos alunos finalistas do Liceu desta cidade, em Fevereiro 1965.

O flash do fotógrafo inutilizou os efeitos de luz, pois cada personagem, quando falava, era iluminada isoladamente, por um projector. Ainda tentei obter outras fotos mais expressivas na Casa que as havia tirado na noite da Récita, mas não me foi possível por o espectáculo não ter sido realizado recentemente(...)"

Missiva e fotografia muito bem conservados. Preserva o sobrescrito com o selo postal.   30€

Para encomendar, use, por favor, o endereço de email: livrosenarrativas@gmail.com , ou, o contacto telefónico: 91 667 34 09. Obrigado!

Cartão Manuscrito de Amélia Rey Colaço

 

Cartão Manuscrita por Amélia Rey Colaço 

Manuscrito datado de 3 de Setembro de 1967, enviado a Norberto d´Ávila e assinado por Amelia Rey Colaço, justamente considerada como um dos maiores vultos do teatro e do panorama cultural português do século XX. Dim: 13,2cm x 8,9cm.  

"Exm.º Sr. Norberto Ávila

Com os meus cumprimentos, acuso a receção da peça de Tennessee Williams, " The Milk Train Doesn´t Stop Here Anymore" que teve a atenção de enviar-me. Vou lê-la com o interesse que o caso me merece e em breve darei notícias a V. Exci.ª.

Queira receber os protestos da minha consideração      Amelia Rey Colaço"

Documento em muito bom estado de conservação. Preserva o sobrescrito, também manuscrito pelo punho da grande actriz, e os selos postais.     35€

Para encomendar, use, por favor, o endereço de email: livrosenarrativas@gmail.com , ou, o contacto telefónico: 91 667 34 09. Obrigado!

Interessantíssimo Manuscrito de A. A. Mendes Correia

 


Carta Manuscrita por A. A. Mendes Correia

Missiva escrita em duas páginas, datada de 21 de Junho de 1926, em  folha de papel timbrado da Universidade do Porto - Faculdade de Sciencias - Instituto de Antropologia e assinada pelo insigne antropólogo A. A. Mendes Correia (António Augusto Esteves Mendes Correia). Dim: 27,2cm x 21,5cm.

Sabe-se que no  ano de 1926, Mendes Correia visitou a Mamoa do Padrão, um dos mais importantes monumentos megalíticos do Noroeste da Península, e o Castro de Vandoma. O Dólmen  do Padrão encontrava-se, então, vandalizado. Dessa visita resultou a recolha, no sentido de preservar esses elementos de elevada importância arqueológica, de algumas pedras e fragmentos pintados dos esteios, hoje depositados no Museu de História Natural da Faculdade de Ciências do Porto. 

Excerto da missiva:

"21 Junho 26           Exm.º Joaquim Ferreira Barbosa e meu prezado amigo:

Venho agradecer-lhe todas as amaveis atenções que nos dispensou durante a bela digressão à Mamôa do Padrão e ao Castro de Vandôma, e bem assim as ofertas tão obsequiosas que fez ao Instituto que dirijo. 

Peço a fineza de se interessar, como combinámos, pela conservação da Mamôa e das relíquias do vandalizado dólmen, enviando-me tambem as pedras que identifiquei e que continham pinturas. 

Peço tambem o favor de me informar das despesas que fizer com a aquisição da marreta nova de ferro, com o corte, encaixotamento e transporte das pedras indicadas e com o endireitamento dos esteios tombados. 

Creia o meu bom amigo que trouxe uma recordação optima da digressão e da sua amavel companhia (...)" 

É de notar, ainda, que este documento foi comprado por um seu anterior guardião na livraria "Mundo do Livro", em Lisboa, e que pertenceu à colecção de Filipe Gastão de Moura Coutinho de Almeida de Eça. 

Documento muito bem conservado e de muito interessante conteúdo.  (Reservado)

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Manuscrito: Entrevista a Erico Veríssimo por Jorge de Sena (1961)

 


Entrevista de Jorge de Sena a Erico Veríssimo (1961)

No ano de 1959,  na sequência de uma tentativa fracassada de derrube do regime salazarista, que ficou conhecida como "O golpe da Sé" , onde participaram cerca de duzentas pessoas, entre católicos, civis e militares, o escritor Jorge de Sena, que se encontrava entre os protestantes, saíu de Portugal e exilou-se no Brasil.

Esta entrevista, cujo título é "Com Erico Veríssimo em Porto Alegre", data desse período de exílio e aconteceu quando Jorge de Sena foi recebido pelo escritor Erico Veríssimo e pela sua família na sua casa de Porto Alegre:

"Passando uns excelentes dias de férias, em sua casa, na intimidade do artista e de uma família encantadora de simplicidade, como ele...." - Jorge de Sena

O documento vai escrito em quatro páginas plenas. Sendo que a primeira, dactilografada, dir-se-ia ter sido escrita "à posteriori" para servir de introdução ás restantes três páginas manuscritas onde se encontra a entrevista propriamente dita. Na página dactilografada, Jorge de Sena, diz-nos que Erico Veríssimo se encontra a trabalhar na terceira, e última, parte da sua "Magnum opus" - "O Tempo e o Vento", falando-nos do método de trabalho do escritor e dos seus horários e hábitos quotidianos.

O diálogo da entrevista  aborda o trabalho da já referida obra "O Tempo e o Vento", os futuros planos literários do escritor e nele encontramos, também, uma saudação do escritor ao povo português e ao seu editor em Portugal , António de Sousa Pinto, proprietário da editora "Livros do Brasil".

O destino deste trabalho do escritor Jorge de Sena era o de ser enviado para Portugal e chegar ás mãos de Sousa Pinto, para que fosse incluído na edição do Boletim Bibliográfico LBL, da editora "Livros do Brasil", boletim esse que foi editado de 1961 a 1967, e que muito contribuiu para o conhecimento e difusão da literatura brasileira no nosso país.

Alguns excertos do texto:

"Erico Veríssimo, na sua casa de Porto Alegre, a capital do Rio Grande do Sul, seu Estado Natal, revê e ultima a terceira parte da sua obra magna: O TEMPO E O VENTO (...)

(...) A responsabilidade que pesa sobre Erico Veríssimo é enorme: trata-se de levar à conclusão uma obra de imensas proporções, que o colocou na primeira fila do romance contemporâneo, e trata-se de apresentar aos leitores -  e o problema é sobretudo brasileiro - uma época que toda a gente viveu, da qual muitos protagonistas estão vivos (...)

(...) Veríssimo levanta-se muito cedo, dedica-se à sua obra ou aos estudos até perto da hora do almoço, e sai então, regra geral, a dar um pequeno passeio a pé. Depois do almoço frugal, repousa lendo. À tarde, ou desce à cidade, ou trabalha e lê. À noite, amigos seus aparecem para uma conversa sossegada, em que a literatura não predomina (...)

 (...) Foi expressamente para os leitores do Boletim de Livros do Brasil que tivemos a conversa seguinte(...)

(...) - Que significado atribui a O Tempo e o Vento?

- É o livro que sempre desejei e temi escrever. É a história da minha terra e da minha gente através de duzentos anos. É um pouco a história da minha vida e da minha geração (nesta última parte), embora não se trate de uma autobiografia. Espero que ele ajude o leitor a compreender o que nós, brasileiros do extremo Sul, somos hoje em dia... e, se possível, por quê. (...)

(...) - Quais os seus planos de escritor, uma vez liberto da edificação dessa obra magna?

- Tenciono continuar a escrever romances... mas curtos. E também algumas obras de divulgação, como uma História de Arte, uma Geografia Humana, etc. Sim, e voltarei a escrever para crianças. (...) 

(...) - Quer dizer algumas palavras para os seus tão numerosos admiradores em Portugal (...)

(...) - Algumas palavras? Para dizer da minha gratidão e da minha simpatia pelos meus amigos portugueses, eu precisaria dum livro inteiro. Passei em Portugal vinte dias inesquecíveis. Creio que essa viagem foi o ponto mais alto e mais belo belo da minha carreira de escritor. Estou convencido de que todo o brasileiro devia visitar Portugal, como parte importantíssima de sua educação cívica. Quero por meio deste boletim - ao qual desejo vida longa e sucesso - mandar um cordial abraço aos meus leitores e amigos portugueses, que espero rever um dia. E que o meu caro Jorge de Sena seja, através desta entrevista, o transmissor do muito afectuoso abraço que mando ao meu editor em Portugal, o meu prezado amigo Souza-Pinto."




Documento bem conservado. As folhas foram furadas com um furador, mas, o texto não é, em nenhuma delas, atingido pelos furos. Todas as páginas apresentam correcções manuscritas feitas por Jorge de Sena, o que nos leva a uma maior proximidade do trabalho do escritor e valoriza o documento. No final da quarta página vai  a assinatura de Jorge de Sena e o local e data em que o trabalho\entrevista aconteceu: "Porto Alegre. Janeiro de 1961". 

Peça de Colecção.  Preço sob consulta.

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Postal ilustrado e com um manuscrito de David Mourão-Ferreira

 


Postal ilustrado da "Colecção Gémeos, 3" com linóleo de Marco (- Armando Moreira) e com um poema (Maio 68) de David Mourão-Ferreira.

"Vê-se aqui já o rasto dos anjos em revolta
que ergueram barricadas em cada "boulevard"

Ah Não seja um poeta levado sob escolta
o primeiro cativo num presídio lunar"

No verso do postal vai um pequeno manuscrito autografado pelo poeta David Mourão-Ferreira.

"Com um abraço de Boas-Festas do David Mourão-Ferreira 
Natal 1968"

Bem conservado, com um magnífico grafismo e valorizado pelo manuscrito do poeta nesse ano de grande simbolismo político e humano com génese em França e com repercussão em vários países do mundo.     25€

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Bilhete Postal Manuscrito por Cândido de Figueiredo

 

Bilhete Postal Manuscrito por Cândido de Figueiredo

Manuscrito datado de 4-VII-922, assinado pelo insigne lexicógrafo português Cândido de Figueiredo e por este enviado ao seu confrade Gustavo Cordeiro Ramos, agradecendo-lhe o envio de umas separatas.

"Lisbôa, 4-VII-922

Exm.º e meu ilustre confrade

Só agora pude verificar a morada de V. E., e por isso só agora cumpro o dever de lhe agradecer o favor das duas interessantes separatas do nosso Boletim. Peço lhe que me absolva. 

Com os meus agradecimentos, queira V. E. aceitar as minhas felicitações pelo incontestável valor daqueles dois trabalhos. 

Com muito apreço  C.º e col.º de V. E. Candido de Figueiredo"  

Com algumas manchas e acidez característica do papel, contudo, estimado.   45€

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Excepcional Manuscrito (Augusto Gil)

 

Excepcional manuscrito onde é peticionada, por um conjunto de seis senhoras de grande relevo no universo cultural nacional dos séculos XIX e XX ,uma pensão de viuvez a atribuir à viúva (Adelaide Sofia Patrício) do poeta Augusto Gil. A missiva é  datada de de 26 de Julho de 1930 e endereçada ao "Senhor Ministro de Instrução" (Gustavo Cordeiro Ramos) 

"Illm.º Exm.º Senhor Ministro de Instrução

Como admiradoras do grande poeta Augusto Gil que foi um dos poetas contemporaneos mais essencialmente português, vimos solicitar seja concedida à sua viúva uma pensão, que se nos afigura ser a mais justa homenagem que o paiz poderá prestar a esse português que honrou Portugal, e a que mais grata poderia ser à memoria dos poetas, que synthetisou nos seus versos e no devotado amor que dedicou a sua mulher o lyrismo da raça, sendo a constante preocupação do seu espirito, na sua grave doença, a difícil situação em que deixaria a sua viúva. 

Por julgarmos justissima esta pretensão, e julgarmos necessario que Portugal graças ao desafôgo que felizmente gósa pela competente administração do seu governo, honre, como todos os paízes civilizádos os seus mortos ilustres, esperamos receber esta mercê.

Com a maxima consideração e aprêços:

Condessa de Proença a Velha

Elisa Baptista de Sousa Pedroso

Maria de Carvalho

Branca de Gonta Colaço

Maria Magdalena Trigueiros de Martel Patrício

Maria do Carmo Peixoto (?)"

Documento com algumas manchas e pequenas marcas da passagem do tempo, contudo, não prejudicam estas a boa leitura do manuscrito. Excepcional conteúdo. Peça de colecção.  Preço sob consulta.

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Carta Manuscrita de Torquato de Sousa Soares

 

Carta Manuscrita por Torquato de Sousa Soares

Documento manuscrito em uma folha de papel timbrado da "Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra - Instituto de Estudos Históricos Dr. António de Vasconcelos", ocupando ambas as páginas da referida folha, datado de 19 de Junho de 1947, assinado pelo historiador Torquato de Sousa Soares e endereçado a Gustavo Cordeiro Ramos, então, Presidente do Instituto para a Alta Cultura.

Excerto da missiva:

"Exm.º Senhor Prof. Doutor Gustavo Cordeiro Ramos

Muito e muito me penhorou a carta de Vossa Excia.. As suas palavras tão generosas, tomo-as como estímulo para procurar corrigir as minhas deficiências e fazer mais e melhor.

Nem mesmo poderei, de outro modo, corresponder ao generoso e constante patrocínio do Instituto para a Alta Cultura, a que Vossa Excia. preside, e a que este Instituto de Estudos Históricos deve, em grande parte, a possibilidade de exercer a sua modesta actividade científica (...)"

Documento bem conservado.   50€

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Carta Manuscrita de J. M. de Queiroz Velloso

 

Carta Manuscrita de J. M. de Queiroz Velloso

Missiva datada de 17-5-947, cujo manuscrito ocupa duas páginas, assinada por Queiroz Velloso e endereçada a Gustavo Cordeiro Ramos, felicitando-o por um discurso que este proferiu em Madrid quando recebeu a insígnia de membro do "Consejo Superior de Investigaciones Cientificas".

Excerto do conteúdo do manuscrito:

"Lisboa, 17-5-947

Meu querido amigo
Acabei de ler o discurso que pronunciou em Madrid, ao receber a insígnia de membro do "Consejo Superior de Investigaciones Cientificas, e que tão gentilmente me ofereceu. Em poucas, mas densíssimas páginas, ninguem diria melhor, nem mais completamente, o que foram as relações interculturais de Portugal e Espanha. É um trabalho que fica (...)"

Documento bem conservado. Preserva o sobrescrito, contudo, foi-lhe retirado o canto superior direito. 45€

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Carta Manuscrita de Ruy Ennes Ulrich

 

Carta Manuscrita por Ruy Ennes Ulrich

Manuscrito de duas páginas, datado de 15 de Janeiro de 1949, assinado por Ruy Ennes Ulrich e por este enviado a Gustavo Cordeiro Ramos, felicitando-o por um seu discurso, proferido em Madrid, sobre o grande escritor Miguel de Cervantes.

"Lisboa, 15 de Janeiro de 1949

Meu Exmº. e Prezado Amigo

Venho agradecer-lhe muito penhoradamente o gentilíssimo offerecimento do seu admiravel discurso de Madrid. Com a sua prodigiosa condição, mais uma vez revelada, mostrou-nos bem o meu amigo quanto era complexa a significação da grande obra de Cervantes, sobre a qual se debruçaram tantos altos espíritos, sem lograrem chegar a uma conclusão unanime!

Apesar de se dizer não cervantista revelou o seu discurso um conhecimento profundo da obra de Cervantes e, mais do que isto, a sua mais intelligente comprehensão. E tudo nos é trazido numa prosa modelar, de emoção e de riqueza.

Mais uma vez o meu amigo honrou Portugal perante um auditorio illustre a prestar ao paiz um assinalado serviço a juntar a tantos de que lhe somos já devedores.

Renovo os meus agradecimentos e peço-lhe que me creia sempre um admirador sincero e amigo obrigado, 

R. Ennes Ulrich"

Documento bem conservado e de interessante conteúdo.    65€

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O Conde de Farrobo - Memórias + Carta Manuscrita

 

O Conde de Farrobo

- Memórias da Sua Vida e do Seu Tempo -

Eduardo de Noronha

Edição Romano Tôrres. Porto, 1945. 1ª Edição. In-8.º, de 249 (3) páginas. Dim: 19,5cm x 12,6cm. Brochado.

"Dois livros escrevi sôbre o Conde de Farrobo. Não esgotaram o assunto. O que ao prsente submeto à apreciação do leitor é, em certo limite, o resumo dêles e o acréscimo do muito que ficou por dizer." - Eduardo de Noronha

Bom exemplar, ao qual se junta uma carta manuscrita, datada de 12 de Janeiro de 1836, autografada pelo Conde de Farrobo e por este enviada a Francisco António de Campos, na altura Ministro da Fazenda. 



"Illm.º e Exm.º Snr

Tendo contado com o distracte das minhas apolices para fazer alguns pagamentos, muitissimo transtorno me tem feito a demora do recebimento.

Longe de mim a ideia de ser n´estas circunstancias importuno ao Governo de Sua Magestade, com exigencias que de minha parte parecerião pelo menos extraordinarias; com tudo como estejão vencidos dous semestres de juros, importando em 12 Contos de Reis pouco mais ou menos, parece-me de jústiça que V.ª Exª me mande pagar por conta do meu credito a dita quantia.

Confiando na rectidão e jústiça de V.ª Ex.ª  tenho a honra de ser com toda a a consideração De V.ª Ex.ª Ilm.º e Exm.º Snr Francisco António de Campos

Rua do Alecrim 12. de Jan.º. 1836     Att. Conde de Farrobo"

As páginas apresentam no canto superior esquerdo, a relevo, as iniciais "C. F." encimadas por uma coroa. Dim: 25cm x 20,6cm.

Joaquim Pedro Quintela, 2º Barão de Quintela e 1º Conde de Farrobo, figura de grande relevo político e cultural no Portugal de então, foi um filantropo e mecenas das artes e ficou também conhecido pelo seu lado boémio dando grandes festas cuja fama deu origem à célebre expressão "farrobodó".  

Preço do conjunto: 90€

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Manuscrito de António Lopes Ribeiro

 

Manuscrito de António Lopes Ribeiro

Manuscrito em uma página de uma folha de papel "Almaço" de boa gramagem (Dim:31cm x 23cm), datado de Fevereiro de 1950 e assinado por António Lopes Ribeiro, onde o signatário expressa uma reflexão sobre o teatro, o cinema e a vida:

"Costuma dizer-se que o Teatro imita a vida... Tenho para mim que a vida imita muito mais o Teatro. Se considerarmos a sua derradeira metamorfose - o Cinema, que no Teatro se inspira, diga-se o que se disser - creio que não podem restar dúvidas: a Humanidade não faz outra coisa, há pelo menos vinte anos, senão imitar as fitas!         António Lopes Ribeiro       Fev.º 1950"

António Lopes Ribeiro foi cineasta, crítico de cinema e de teatro, empresário teatral, actor e jornalista. No ano de 1941 fundou com o seu irmão, o conhecido actor "Ribeirinho", as "Produções António Lopes Ribeiro" que marcaram de uma forma indelével uma nova época do cinema português, rodando filmes como "O Pai Tirano" (1941), "O Pátio das Cantigas" (1942),  "Aniki-Bobó" (1942), "Amor de Perdição" (1943), "Frei Luís de Sousa" (1950), entre outros.

Bem conservado. Conteúdo muito interessante tendo em consideração o percurso de vida do seu signatário.          110€ 

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Carta Manuscrita por Bernardino Machado

 

Carta Manuscrita por Bernardino Machado

Carta manuscrita em uma página, datada de 12 de Outubro de 1928 e assinada por Bernardino Machado. Agradece ao destinatário, que nos é desconhecido, um convite para participar numa conferência e faz referência ao seu filho Miguel Machado. 

"Meu Prezado Amigo:

Muito obrigado pelo seu gentil convite. Farei tudo por estar ahi a tempo d´abrir a conferência em (?). Antes do dia 20 não me será possível regressar.

Envie os meus dedicados cumprimentos á sua Srª. Esposa (?), sempre, (?) amigo      Bernardino Machado

O Miguel retribue , muito grato, as suas generosas (?) lembranças

V. N. Famalicão, 12 - 10 - 925"

Documento em razoável estado de conservação. Limpo. A caligrafia de Bernardino Machado não me é fácil de ler pelo que escrevi "(?)" sempre que o não consegui fazer, ou, tive dúvidas na leitura.    60€

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Carta Manuscrita de Henrique Trindade Coelho

 

Carta Manuscrita de Henrique Trindade Coelho

Carta manuscrita em uma página, não datada (1920 - 1923 ?), assinada por (Henrique) Trindade Coelho e enviada a Alberto Xavier, fazendo referência a Alvaro de Castro e a Carlos Olavo, ao jornal " A Patria" e ao partido P. R. P. (Partido Republicano Português).

"My Dear Albert:

Sou teu amigo. Sei que tu, com o Silva no ministério, estalarás de dôr. Corri a salvar-te, ou a tentá-lo, enviando á Patria uma carta. Sahiu na 3ª página. Lê-a, medita-a, nos vagares esfaseados dos numeros e das finanças, e dize-me depois se te quero bem ou não.

É claro que escrevi em pura perda. Mergulharemos de novo na maré vaga - e com maiores riscos de morte. Mas que fazer, eu, se vocês não fazem? 

Diz ao Alvaro que não deixe ficar mal o Carlos Olavo... É preciso glorificar... a geração de (?), votada ao ostracismo pelos camaradinhas que ficaram no P.R.P. ...

All yours,       Trindade Coelho"

Documento bem conservado. Boa caligrafia.   50€

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Carta Manuscrita de Marcelo Caetano

 


Carta Manuscrita de Marcelo Caetano

Carta manuscrita em quatro páginas plenas, datada de 30 de Maio de 1938, assinada por Marcelo Caetano e enviada a Alberto Xavier, onde o signatário analisa e  elogia a obra "O Romance no Século XVII" da autoria do destinatário. Dim: 20,2cm x 16,2cm.

Excerto da missiva: 

"Exm.º Sr. Dr. Alberto Xavier:

Só agora pude terminar a leitura do interessante volume sobre "O Romance no Século XVII", que V.ª Ex.ª têve a amabilidade de me oferecêr (...) 

(...) V. Ex.ª, na verdade, soube dar um quadro completo do romance seiscentista, sem escusado pêso de erudição, antes com a leveza do divulgador. Enganar-se-ia, porém, quem confundisse esta leveza com superficialidade: em cada página se sente o trabalho analítico e de reflexão que a precedeu, quer para chegar à nota incisiva da crítica, quer para definir em dois traços o caracter de um autor ou de um livro, quer ainda para escolher, de entre a prolixa maneira de epoca, os passos mais característicos de um romance ou as mais belas das suas aventuras e descrições.

Sem lisonja afirmo que V. Ex.ª atingiu plenamente o seu objectivo de espalhar o conhecimento e de despertar o interesse pelos antecedentes do moderno romance: o que é um grande serviço prestado à cultura popular portuguêsa.

Aceite V. Ex.ª os agradecimentos e as felicitações de quem é (...)   Marcelo Caetano.

Documento muito bem conservado, escrito em papel encorpado. Preserva o sobrescrito, ao qual foi cortado o canto superior direito, onde se encontrava, certamente, o selo postal.    120€

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Carta Manuscrita de Hernâni Cidade

 

Carta Manuscrita de Hernâni Cidade

Carta manuscrita em quatro páginas, datada de 12 de Agosto de 1925 (carimbo dos correios no sobrescrito), assinada e enviada por Hernâni Cidade a Ferrand (Pimentel d´Almeida), felicitando-o pela sua nomeação de Professor Catedrático da Faculdade de Letras de Coimbra.

Pequeno excerto da missiva:

"Meu querido Ferrand

Acabo de saber da sua nomeação. É justíssima. Venho abraçá-lo vivamente, fraternalmente, por ela. Não duvide um momento do calor dêste abraço ao amigo, um abraço em que vai também um pouco da velha admiração pelas qualidades que justificam esta distinção conferida ao mestre. 

Faça-me o favor de transmitir à sua excelentíssima Esposa, minha senhora, as minhas felicitações. Compreendo muito bem como são d´Ela os seus triunfos, como Ela deve ser a sensibilidade que se comove, ao lado do nobre orgulho que rejubila. 

Escrevo-lhe à pressa, num intervalo dêstes exames do Liceu (Liceu Alexandre Herculano, pode ler-se no sobrescrito) que nunca mais acabam. Deus do ceu! A família já em S. Veríssimo - Felgueiras, e eu aqui a moer a lebre, privado das graças de duas pequerruchas que são todo o meu enlêvo e - pelo que estou a vendo - a única justificação da minha vida. (...)"

Hernâni Cidade foi professor, ensaísta, crítico literário, historiador e combatente na Primeira Grande Guerra Mundial, onde foi comandante de pelotão na frente de batalha. A sua grande coragem  levou-o na Batalha da Flandres a resgatar soldados de ambas as forças em combate. Na batalha de La Lys foi feito prisioneiro pelas forças alemãs onde permaneceu em cativeiro durante cerca de nove meses. 

Carta em muito bom estado, com sobrescrito (preserva o selo dos correios).   50€

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Carta Manuscrita de Hernâni Cidade

 

Carta Manuscrita de Hernâni Cidade 

Magnífica carta de oito páginas plenas, datada de 19 - XII - 1928, assinada por Hernâni Cidade e endereçada a Ferrand Pimentel de Almeida que era então Chefe de Gabinete do Ministro da Instrução. O sobrescrito está em muito bom estado e preserva o selo dos correios.

Toda a carta se relaciona com a delicada situação que atravessava a Faculdade de Letras da Universidade do Porto (1928). Hernâni Cidade diz ter conhecimento de que estava em curso um restabelecimento da Faculdade de Letras do Porto que a reduziria a duas secções e sabendo, pois certamente que já via no horizonte os dias que se aproximavam, que essa remodelação impunha ao corpo docente e à própria instituição graves consequências,  mostra-se muito  apreensivo, até porque a sua secção seria poupada, criticando as intenções do ministro, e enaltece as qualidades de excelência dos docentes da Faculdade (Leonardo Coimbra, Luís Cardim, Aarão de Lacerda, Ângelo Ribeiro, Damião Peres, Newton de Macedo, Teixeira Rêgo, entre outros). 

Alguns excertos do manuscrito:

"Meu querido Amigo

Se esta carta sair longa, tenha paciência. Que o atarefadíssimo chefe de gabinete a guarde para quando o amigo, em momento mais repousado, tiver tempo de a ler - que eu desejo muito que a não leia distraidamente.

Estou informado, meu amigo, que é intenção do novo ministro restabelecer a minha Faculdade, mas reduzida a duas secções - uma das quais a minha.

(...) Reconhece-se, enfim, no Ministério, que a 2ª cidade do País, a capital do Norte populosíssimo, a cidade que em tanta coisa - como, por exemplo, a assistência - dispensa os favores do Estado, para cuja riqueza, entanto, contribui como nenhum outra, tem categoria para uma escola de altos estudos humanísticos...

(...) A redução de que se fala é que eu não compreendo lá muito bem. Em primeiro lugar, não sei de modêlo sôbre que seria organizada essa truncada faculdadita; nem me parece -perdôe o Ferrand - que o objectivo dos estudos humanísicos seja abençoado cortando as pernas -ou a cabeça -a quem o prossegue.

Em segundo lugar, creio bem, salvo melhor opinião, que para emendar o êrro duma selecção que se afirma ter sido realizada por indicações da simpatia pessoal dum ministro ou seus amigos, os senhores fariam uma eliminação, que não poderia escapar-se a uma acusação análoga - a de ser determinada pela pessoal antipatia de outro ministro e seus amigos. E nestas coisas (...) até para que, enfim, pare a roda da nora, é já tempo de não fiar de mais no critério subjectivo, mesmo quando de mediano quilate. É sobretudo de interesse próprio e alheio não lhe subordinar a cara do mando, principalmente quando das suas pancadas possam resultar, para a  alma ou para o corpo, danos difíceis de reparar.

Em terceiro lugar, meu amigo, não me parece que haja por aí boa e imparcial informação a respeito dos professores que seriam dispensados. Não sabendo quais são, falarei de quasi todos. 

Há um que é sempre o primeiro que lembra - o Coimbra (Leonardo). Como êle (?) os seus defeitos (que não são nada aqueles que lhe atribuem) com as mais excepcionais qualidades de professor! Sarmento Beirão, que é dos mais distintos professores da Faculdade de Sciências do Pôrto, ainda ha muio pouco se referia com admiração à cultura matemática e scientífica do Leonardo (...) Ninguém, quando êle fala aos alunos ou aos amigos, mais brilhante e fácil, mais sugestivo e interessante. Mas por que não o lêem, caramba? A Alegria, a Dôr e a Graça está traduzida em espanhol e tem em português duas edições. Quem não deixa de o ler são os jesuítas de La Guardia...

Outro professor dum outro tipo - o Cardim (Luiz). O Ferrand percorra um dia a Colecção da Aguia, os últimos números da Diários (?) ou dê-se ao trabalho de ler a tradução e comentários de Júlio César, de Shakespeare. São provas das melhores aptidões para a identificação paciente, ao lado duma fina sensibilidade estética. Eu vou testemunhar, meu querido Ferrand, do doloroso, doentio escrúpulo que êle pôe no cumprimento dos seus deveres...

(...) O Ângelo Ribeiro (...) de cuja inteligência poderão falar os seus professores na Faculdade de Letras de Lisboa, que lhe deram sempre as melhores provas de consideração, tem belas qualidades de mestre - saber, método, lucidez mental, finura crítica de quem também é artista...

(...) Não ignora, certamente, que estão fora de discussão o talento excepcional do Newton (de Macedo) e do Peres (Damião) - talento e cultura que fazem deles dois dos nossos melhores professores do ensino superior. E também sabe que o nome de Mendes Correia honra a Sciência portuguesa, tanto como o  ensino universitário. E o de Aarão (de Lacerda), está informado que é um devotado e inteligente trabalhador, que põe na sua actividade um calor de apóstolo...

(...) Teixeira Rêgo é o intelectual de mais (?) e viva erudição que eu conheço, além de dotado duma capacidade de criação original a que ainda ha dias o Prof. Oliveira Ramos se lhe referia com admiração. Provou-o na Nova Teoria do Sacrifício, que D. Manuel Cerejeira conhece, e a cada passo o prova nas revistas do Pôrto, em que colabora com uma assiduidade que espanta...

(...) Mas... é tempo de lhe falar de mim, meu querido amigo. Porque é poupada a minha secção? Eu mesmo não posso deixar de atribuir tal excepção ao favor de amigos como o Ferrand. Que dirão os outros?... Mas não vê a dificílima situação moral em que ela me coloca e aos colegas beneficiados? (...) 

Documento muito bem conservado e cujo excepcional conteúdo é de grande interesse para o estudo do regime vigente na época e da história da Primeira Faculdade de Letras da Universidade do Porto.  150€

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Manuscrito de Rui Ennes Ulrich sobre "Os Vencidos da Vida"

 

Carta Manuscrita por Ruy Ennes Ulrich sobre o grupo "Os Vencidos da Vida"

Missiva de três páginas, datada de 18 de Julho de 1931, assinada por Ruy Ennes Ulrich e de grande interesse pelas considerações de quem conheceu pessoalmente e de perto todas as personalidades do grupo dos vencidos da vida e pelas observações que sobre esse mesmo insígne grupo tece no que na missiva vai escrito. 

"Meu Prezado e Caro Amigo

Acabo de lêr a sua interessante conferencia sobre "Os Vencidos da Vida", que o meu amigo teve a extrema gentileza de me offerecer. Tendo conhecido pessoalmente todos os membros do celebre grupo e a elles duplamente ligado por laços de família, não posso deixar de partilhar do vivíssimo interesse com que ainda hoje se lê tudo o que se refere a esse raro gremio do espírito e do talento. 

Nos seus comentarios, que em breves palavras (?) os traços dominantes da PP intellectuaes, anota sobretudo a justa defesa do seu patriotismo. Infelizmente o nacionalismo entre nós reveste com frequência um aspecto acanhado, obscurantista e não raras vezes obsceno (?), que pretende negar mesmo mesmo as inevitáveis infelicidades do nosso meio. Pretende-se que só é patriota quem cegamente, sem confronto, affirma gratuitamente a superioridade de tudo o que é nosso, o que leva ao systema (?) de não querer sequer tentar a mellhora do que é mau ou pelo menos não bom.

Bem superior é certamente o systema dos "Vencidos da Vida". Conhecedores dos nossos defeitos e da superioridade nalguns aspectos de outros meios, procuravam mingar (?) esta diferença (?) para que della tirasse exemplo e modelo a combativa sociedade do seu tempo. Parece ser esta a forma mais elevada do nacionalismo (...)" - excerto transcrito da presente missiva

Documento bem conservado e de interessantíssimo conteúdo.      100€

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Carta Manuscrita de Alberto de Sousa Costa

 

Carta Manuscrita de Alberto de Sousa Costa

Carta manuscrita em três páginas, datada de 4 de Novembro de 1928, assinada pelo escritor Sousa Costa e por este enviada ao escritor Manuel da Silva Gayo.

"Meu caro Silva Gayo:

Perdoe-me. Isto é abusar de si. É crêr na sua amizade. Preciso de mandar um documento a minha sobrinha, filha do Candido Guerreiro, para a sua matrícula em Direito. Mas esqueci-me a morada, em Coimbra, precalço natural em quem confia demasiado na pobre memoria. E daí o (?) ao meu Amigo, para que me faça o favor de o reter na sua mão até que a pequena o procure - pois vou prevenir disto mesmo o Candido Guerreiro. Perdoe-me, sim?

O Candido falou-me com muito entusiasmo na leitura  que o Silva Gayo lhe fez, dum trabalho seu. Tive grande prazer com o entusiasmo do meu cunhado, pois que, é sempre com prazer que ouço ou vejo fazer justiça a um dos maiores das letras da minha terra - dêsta terra vesga onde a justiça, em geral, não vê os grandes, toda lamecha diante dos mediocres.

Do seu velho amigo e admirador de sempre         Sousa Costa"

Carta bem conservada. Papel timbrado do "Tribunal do Comercio - Lisboa - Gabinete do Secretario" (onde o escritor foi secretário).    70€

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Carta Manuscrita da Academia Real das Sciencias de Lisboa

 

Carta Manuscrita da  Academia Real das Sciencias de Lisboa

Datada de 20 de Fevereiro de 1890 e assinada por José Maria Latino Coelho, esta missiva é endereçada a Joaquim Coelho de Carvalho (que chegou a ser Presidente da Academia):

"Ilm.º e Exm.º Snr.  

Tenho a honra de enviar a VExc.ª o diploma que lhe confere o título de Sócio Correspondente da Academia na Classe de Sciencias Moraes, Politicas e Bellas Lettras.

Deus guarde a VExc.ª. Academia Real das Sciencias 20 de Fevereiro de 1890.  J M Latino Coelho - Secretário Geral"

Papel timbrado da Academia (Dim:30cm x 22,5cm). Interessante e histórico conteúdo tendo em conta o relevo das personalidades de Joaquim Coelho de Carvalho e de José Maria Latino Coelho e também para a própria história da Academia Real das Sciencias de Lisboa.  75€

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